Queria eu acordar vivo na roça.
Puxar meu freio de mão na roça,
esquecer a tão louvada civilização
da cidade que não citarei no papel
e deixar a fumaça densa do combustível
ser tomada de mato e terra vermelha.
A cidade recheada de pasmo – rio
sujo que não pode dar atenção
a quem quer que passe andando –
acabará em definitivo na memória?
Plantar meu som na roça e
ouvir de mim o que quero dizer
sem qualquer medo de erro do método.
Grande erro do método.
Plantar você na roça e com
a nossa escapulice, ter a liberdade
de separar o que não é bom.
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