Mortas as faces dos
homens, resta admirar as construções por eles erguidas.
Mortas as
construções, resta lamentar as margaridas rejeitadas, enquanto elas se
embaraçam
no campo triste da
rua inexistente. Estamos interrompidos. Meus soldados são os
espatifados que
ocupam o campo: não querem guerra, não querem armas, não querem
muros.
E os muros
concretizam-se sobre a esfera: não podem passar.
As pontes rachadas e
ligeiramente tortas: não podem passar.
A liberdade foge-nos
de imediata surpresa, tão viva é sua incerteza;
e pelo que dizem as
posições de cima, devemos agora retirar-nos da história.