Espanta-me a
urbanice das pessoas, sobretudo daquelas que não flutuam
e acabam por
compactuarem-se com o desespero da normalidade.
Quanto àqueles que
não aterrissam, pedimos que considerem o mal tempo
e nos sobrevoem
sempre que puderem, mas com cautela de rato.
Porque quando
derrocar a cidade, ultrajaremos o seio de pedra
para a sabotagem do
século: cuspiremos palavras cuja necessidade
de dizê-las
ultrapassa qualquer lançamento de granada em qualquer campo;
descobriremos a
ansiedade que murcha as faces que andam. Mas dói;
tememos conhecer a
vaidade elementar dos indivíduos e não suportá-la.
Nenhum comentário:
Postar um comentário