Quando
eu retornar para casa e deixar a rua,
tornarei
a deixar a casa e envolver a rua e,
de
tal modo, que digam-me quem são os homens,
o
que são quando a luz esfria e a fagulha expande-se.
-
Eles querem é o estalar frenético do maquinário e
a
explosão nuclear de sensações repetitivas!
Então
sou filho do medo na época dos homens conturbados:
o
que sobra da vida depois da masmorra do tempo –
o
tempo monumental tão visitado?
Tempo
de sujeitos sem predicado. Iludiram-se.
Apenas
sei que a roupa, ainda que desgastada e inútil,
continua
no envolto porque o que desperta,
realmente,
nunca esteve lá fora.
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