Itajubá triunfa abaixo das pedras onde
outrora venciam as águas.
Para onde foram? A madrugada
estabeleceu-se com as ruas ausentes de indivíduos:
elas mostraram maior compreensão sem
que precisasse dizer algum registro de número.
Trafego nessas ruas de conhecidas,
queridas silhuetas, inflamo meu motivo
e desmorono nas esquinas dos olhares
taquigráficos que duvidam de mim,
logo eu que sou filho teu, que em tempos
de guerra ergueria braços que ergueriam barricadas
em detrimento de outras forças que
jamais poderiam contigo, Itajubá.
O inimigo não teria chance mesmo que a
fábrica de armas fosse vítima do acaso ogival.
Que a cidade de sempre não se curve aos
corcundas que excederam o umbigo
e são visíveis quando dia; no centro
da cidade algumas latas de conserva guiam os autos
enquanto outros – que não moralizam –
comunicam-se e evoluem.
Itajubá, saberá você guiar-se quando
te esgotarem de um pensamento que já foi?
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