Quando noite
os contatos visuais
das cidades
explicam-se pelo
grande desacordo do tempo
porquanto os
sujeitos de outrora
não assimilam a
linguagem que é nova
e surge com força
de astro,
com voz que sempre
grita.
Pode-se compreender
a noite como
o expoente maior da
ausência.
Aqueles que muito
viveram e sua ausência da aproximação
com uma nova
interpretação da dor
e os atuais pela
ausência
de escrúpulos no
árduo resgate
de aprender com as
sabotagens
uma nova ideia de
engrenagem.
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