Humanizou os
símbolos errados.
Agora
deve levantar-se
pela manhã
e beijar um mundo
faminto de signos.
Humano é o vidro, o
espelho, o espectro,
o teto, o cansaço,
a calçada; humanas são as casas.
Essas casas
maravilhosas
onde derramou-se
pelas paredes;
e as gotas,
aglomeradas e frias,
suicidaram-se
saltando do copo - embora insistisse na permanência.
A noite errou.