Surge na contra
vontade o dia firme
e a poesia leva aos
homens um respingo
do que se pode
eleger de grandiosidade.
Ou não.
Surge nas ruas a
inatividade do juízo
enquanto coerentes
perguntam se merecem
o peso de uma noite
sem o cansaço.
O fervilho da noite
pode esperar pelos seus
amigos que voam e
pairam. Esqueléticos.
Que pena.
E os medianos sempre
elegeram os motivos errados
e consolaram-se
nessa primitividade
desse nomadismo das
palavras – decoradas.
Não durmamos hoje.
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